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Violência em São Pedro do Sul: a perda de Diogo, 18 anos, abala a cidade

O crime aconteceu na tarde de quinta-feira, 13 de novembro.

15 de Novembro de 2025 às 11:36
Muito abalada, a mãe, Raquel Goulart, 37 anos, não conseguiu falar com a imprensa. O primo Bruno Goulart, também de 18 anos, descreveu Diogo como “um irmão”, ressaltando que ele era calmo, caseiro, dedicado ao futebol e sempre pronto para ajudar a todos
Muito abalada, a mãe, Raquel Goulart, 37 anos, não conseguiu falar com a imprensa. O primo Bruno Goulart, também de 18 anos, descreveu Diogo como “um irmão”, ressaltando que ele era calmo, caseiro, dedicado ao futebol e sempre pronto para ajudar a todos

São Pedro do Sul – RS – A morte de Diogo Henrique Goulart Streb, 18 anos, provocou profunda comoção na cidade e deixou familiares, amigos e vizinhos em estado de choque. O jovem, morador do Bairro Oliveira, tinha uma rotina simples e muito ligada ao futebol, aos estudos e à convivência com a família.

O crime aconteceu na tarde de quinta-feira, 13 de novembro, na Avenida Walter Jobim, quando o policial militar André Fernando Brum Silveira efetuou disparos contra Diogo, feriu a própria esposa e, em seguida, tirou a própria vida. O episódio gerou forte mobilização na comunidade e ampliou a discussão sobre violência e saúde emocional. As informações são do Diário de Santa Maria.

Dor e incredulidade

Durante a manhã, a residência da família Goulart ficou tomada por parentes e vizinhos em busca de consolo. Muito abalada, a mãe, Raquel Goulart, 37 anos, não conseguiu falar com a imprensa. O primo Bruno Goulart, também de 18 anos, descreveu Diogo como “um irmão”, ressaltando que ele era calmo, caseiro, dedicado ao futebol e sempre pronto para ajudar quem precisasse.

Os irmãos do jovem também o tinham como referência: alguém de coração generoso, querido na vizinhança e sem qualquer envolvimento em confusões.

A despedida da tia

Em Santa Maria, a tia Dilsiane Andrade Goulart viajou cedo para acompanhar o velório. Abalada, descreveu o sobrinho como um jovem dócil, carinhoso e muito ligado à família. “Ele vivia em casa, brincando, sempre perto dos seus”, lamentou.

Escola enlutada

Diogo cursava o terceiro ano na Escola Tito Ferrari, onde era aluno da professora Edila Marciele Carvalho Brum, que permanece hospitalizada em estado grave após ter sido ferida no mesmo episódio. A direção da escola ainda não se manifestou.

O sepultamento do jovem ocorreu no Cemitério Evangélico Luterano, na Rua Maurício Cardoso, região norte da cidade.

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