Coluna: COLUNA DO BARBOSA

Ato Racista?
27 de Novembro de 2020 às 07:15
A morte de João Alberto Silveira Freitas, ocorrida nas dependências de um supermercado da capital, foi um ato racista ou um ato de covardia? Ou ambos?
A morte de João Alberto Silveira Freitas, ocorrida nas dependências de um supermercado da capital, foi um ato racista ou um ato de covardia? Ou ambos?

A morte de João Alberto Silveira Freitas, ocorrida nas dependências de um supermercado da capital, repercutiu no país e até pelo mundo todo. As imagens, gravadas em vídeos por espectadores da tragédia, e amplamente veiculadas pela mídia em geral, são realmente assustadoras, tanto pela violência quanto pela crueldade do agressor, que socava impiedosamente a vítima, já subjugada e impossibilitada de se defender.

Esse fato foi um ato racista ou um ato de covardia? Ou ambos? O fato é que parte da mídia disse que foi racismo, e outra parte não levou em conta a cor da pele da vítima. Houve protestos tão candentes que o supermercado fechou as portas por três dias, para evitar depredações ao prédio. Durante os protestos, o destaque foi o uso da camiseta com a frase “Vidas negras importam”, do inglês Black Lives Matter. Essa frase foi criada em 2013, nos Estados Unidos. Em 2014 foi criado o movimento BLM, que luta contra a desigualdade racial naquele país. A camiseta com essa frase foi amplamente utilizada por manifestantes americanos quando da morte de George Floyd, por truculentos policiais americanos. Essa frase, a meu juízo, está equivocada, pois fica parecendo racismo reverso. Entendo que o correto seria “Lives Matter - Vidas importam”, independentemente da cor de cada indivíduo.

Talvez, num futuro não muito distante, possam conviver harmoniosamente os brancos, negros, amarelos e indígenas, sem conflitos tão tolos e fúteis como as diferenças da cor da pele dos seres humanos..

PARA DESCONTRAIR:

A BARBEARIA
Um paulista e um gaúcho foram parar na mesma barbearia, em São Paulo. Lá sentados, com um barbeiro atendendo a cada um deles, não se falou 
palavra alguma. Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa, pois poderia descambar para discussão. Terminaram a barba de seus clientes mais ou menos ao mesmo tempo. O barbeiro que tinha o paulista em sua cadeira estendeu o braço para pegar a loção pós-barba, no que foi interrompido rapidamente por seu cliente:
- Não, obrigado, a minha esposa vai sentir o cheiro e pensar que eu estava na zona! - disse o paulista.
O segundo barbeiro virou-se para o gaúcho:
- E o senhor, vai querer a loção? - indagou.
E o gaúcho respondeu:
- Vá em frente, tchê! A minha esposa não sabe como é o cheiro da zona...

O BEBUM E A PROCISSÃO
O sujeito está no maior porre na porta de um boteco e, de repente, aparece uma procissão. Centenas de pessoas reunidas, carregando uma santa num andor toda decorada em verde e rosa. O cachaceiro berra:
- Olha a mangueira aí, geeeente!!!
Enfezado, o padre se vira pro bêbado e esbraveja:
- Que falta de respeito, seu excomungado! Fique aí com o seu vício e nos deixe em paz com a nossa fé!
Mal o padre acabou de falar, a santa bate com a cabeça no galho de uma mangueira, cai e se espatifa no chão. E o bebum:
- Eu avisei... Mas o padre é todo estressadinho!!!


Por Nolfeu Barbosa

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