Coluna: @ Serra gaúcha - Por Oliveira Junior

Criticar ou falar de amor?
01 de Junho de 2018 às 11:29
Estamos adentrando o mês dos namorados, semana dos  namorados.
Estamos adentrando o mês dos namorados, semana dos namorados.

 Pera aí- entro na fila pra comprar ingresso pro show do Beto Pires ou na fila pra comprar gasolina? Gente, tem fila pra tudo mesmo né? Sei que você espera que eu comente sobre a atual situação do país. Alguém vai dizer: ah, mas agora vem a copa do mundo e todos esquecem a crise atual. É, até tem quem pense assim, sei lá , afinal, existe a tal liberdade de pensamento, de expressão e tal. Pra ser bem franco e não devo me esconder atrás do anonimato, até porque ele é vedado conforme assevera a lei. Eu não comprei bandeirinha pra torcer! Magina, vinte pila! Depois daquela entregada de sete a um pra Alemanha, a gente, quer dizer, eu perco o entusiasmo de sair gritando: ééé gol do Brasil! Olha se ganharem, palmas, se perderem, eu não vou cair em depressão, mas não mesmo!

Prefiro falar sobre coisas que nos trazem alto astral. Por exemplo, estamos adentrando o mês dos namorados, semana dos namorados, e aí, quero ver eles e elas trocando presentinhos, beijinhos, gente indo feliz pro altar, mostrando e demonstrando amor. E pra ficar mais romântico ainda, pode até armar aquela serenata como dos últimos apaixonados. Eu fiz serenata, não escondo. Uma música que eu gostava de cantar ao sabor da brisa ou do sereno da madrugada era a do cantor Nilton Cesar: "Receba as flores que lhe dou em cada flor um beijo meu; São flores lindas que lhe dou rosas vermelhas com amor, amor que por você nasceu". Show né!

Ah, outro gesto bonito era presentear cravos vermelhos perfumados. Isso era felicidade. Claro, você deve estar esboçando um sorriso rsrsrs! Mas, era show! Claro, isso rendia olhares e palavras apaixonadas. Se quiser saber se isso dá certo, experimente essa receitinha, tenho certeza que faz bem, é canalzérrima! Se é caretice? Claro que não! Eu recomendo as esposas dos caminhoneiros presenteá-los com um cravo vermelho. Sim, porque essa classe não está nos levando na boléia, o caminhoneiro está literalmente nos levando nas costas. Qual a classe que mesmo enfrentando dificuldade como qualquer um de nós, teve o peito, a cara e a coragem de parar e dizer: "Eu quero mais direitos, os meus direitos, os direitos fundamentais do cidadão"? Dá uma pensadinha! By by.

 

Direto da serra gaúcha- Oliveira Junior.

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