Coluna: @ Serra gaúcha - Por Oliveira Junior

Goool, a adrenalina também do narrador
16 de Outubro de 2020 às 08:30
A notícia do adiamento da 33ª edição da Copa Santiago para 2022, devido à pandemia, despertou a nostalgia de Oliveira Junior, que relembra em sua coluna de hoje grandes craques históricos do nosso querido Cruzeirinho.
A notícia do adiamento da 33ª edição da Copa Santiago para 2022, devido à pandemia, despertou a nostalgia de Oliveira Junior, que relembra em sua coluna de hoje grandes craques históricos do nosso querido Cruzeirinho.

Não adianta, futebol é algo apaixonante, é o esporte das massas. Ah, bons tempos da Segunda Divisão, Cruzeiro de Santiago, bi-campeão da chave fronteira. Lembram? Claro. E aquele timão que começava com Papalia e depois Paulo Bandeira no gol. Na lateral, o saudoso Chicão. Se bem que o polivalente Dr. José Francisco Gosrki também atuou no meio de campo como cabeça de área e meia direita. O titular da 5 era o Ademir, Bola. Na lateral esquerda era quem? Sim, seu Paulinho Oliveira, saudoso também. Que talento! Quem era o meia esquerda, canhotinha de ouro? Seu Rui Fernandes, irmão do hoje Deputado Federal Marcelo Brum.

Como não lembrar de um Roque Polga, Pedrinho, Claudinho, entre outros astros. E por gratidão e merecimento, todas as planilhas, pesquisas sobre os gols, artilheiros, cartões, arbitragem, etc, lembro-me que quando encerrei meu trabalho de apresentação de programas esportivos, entreguei todas com prazer, ao meu amigo, radialista Marcelo Brum, o qual muito me auxiliou na produção e entrevistas do Iguaçu Esportes que ia ao ar das 11 e 50 ao meio dia. O Marcelo conhecia e tinha trânsito livre com todos os figurões do esporte santiaguense.

Então nossa Copa Santiago só pra 2022? Essa tal pandemia transformou a vida de todos nós. Tivemos na história pandemia de tifo, febre amarela, etc, mas tenho certeza que não causou tanto transtorno na sociedade como o coronavírus. Eu não gueeento mais esse negócio de usar a máscara. Pelos ditos vai até o final desse 2020, mas... sei lá.

E quantos brilharam nas mãos de um Tenente Jaques, Paulo Isidoro, Professor Celito Pasquotto, Antonio Manoel Gomes Palmeiro, treinadores ou dirigentes. E um que foi excelente jogador e hoje dirigente, é o Maninho Durgante. Passará pelas mãos do Maninho, a importante edição dos 33 anos de existência desse evento juvenil que ganhou notabilidade no Brasil e fora dele. O cantor Moacir Franco foi muito feliz quando gravou "Cadê você". Inspirado nessa música, eu relembro os astros, tanto dentro de campo como fora dele. Meu respeitoso abraço a todos eles. E que saudade dos gols estrelados que narrei escutando o grito da galeríssima. Não tem como não vibrar, pois, o gol é a adrenalina também do narrador.

Direto da Serra gaúcha, Oliveira Junior.

Mais artigos de @ Serra gaúcha - Por Oliveira Junior