Coluna: @ Serra gaúcha - Por Oliveira Junior

Racionar ou racionalizar para não faltar!
01 de Maio de 2020 às 13:32
Hoje, tempos modernos, mas o pedido é o mesmo: Racionar ou racionalizar para não faltar.
Hoje, tempos modernos, mas o pedido é o mesmo: Racionar ou racionalizar para não faltar.

Galeríssima, oi! Muito se ouviu falar em profecias sobre o fim do mundo, e sobre terceira guerra mundial. Isso assusta né! A ciência mundial está sempre em vigia estudando medicamentos para salvar vidas.
-Verdade ou mentira? Esse corona vírus que percorre o mundo dizimando milhares de vidas foi criado, inventado? Bom, se é que é verdade, que ideia macabra, exorcismo e outros termos que você queira dar.
-E se é que é verdade, com que direito esses "exterminadores do futuro" burlam, transgridem a lei? O mundo tem se perguntado, se interrogado, se questionado e por que eu também não teria essa preocupação de querer saber? A resposta é muito difícil, entendo.

-Hoje é dia do trabalhador, beleza. Com a crise da pandemia que ronda a terra, você vai me perguntar- O trabalhador está perplexo, porque ele pode anoitecer empregado e no dia seguinte receber sua carta demissionária. Culpa do patrão, da indústria? Muito obvio que não. Os fatos são os grandes responsáveis.
Parabenizo as empresas, suas tecnologias, a mão do homem que impulsiona a prosperidade. Como não enaltecer as milhares de mãos trabalhadoras, mentes pensantes que são responsáveis pelos passos gigantes do progresso em todas as direções. Força e meu reconhecimento a você "notabilíssimo trabalhador".

-Acompanho também a problemática da água na terra dos poetas. Me faz recordar o início dos anos 60, dos famosos poços públicos de Santiago. Não tínhamos a barragem, a qual veio em junho de 1966. Recordo o poço da Rua Rogério Francisco da Rosa esquina com a Rua José Caetano de Melo. Às três horas da madrugada tinha gente pescando água de galão desses de tinta, 5 litros. Das 07 horas em diante, a pescaria de água era com latinhas de azeite primor, daquelas de 01 litro. O outro poço público era na Vila Itu, na rua que dá acesso lá pra 11ª Companhia de Comunicações. Sem falar que as pipas dos quartéis saiam entregar água pra população. Buscava-se água também no antigo Depósito das Máquinas da Viação Férrea. Épocas de seca era terrível. E a população era obrigada a racionar o precioso líquido. Hoje, tempos modernos, mas o pedido é o mesmo: "Racionar ou racionalizar para não faltar". E precisamos aderir, tmj.

Direto da serra gaúcha- Oliveira Junior.  

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