Coluna: Geral

M.A. Internações: A ajuda certa para tratamento de dependentes químicos
21 de Setembro de 2021 às 17:00

Quem convive com a dependência química ou tem familiares que sofrem com este problema, sabe que na luta contra o vício, cada dia é um novo dia longe das drogas.

A história que você vai ler agora é um exemplo de superação de alguém que se perdeu no vício das drogas, teve força de vontade para superar esta fase terrível da vida e hoje ajuda outras pessoas que sofrem do mesmo problema a saírem deste verdadeiro inferno.

Marlo Rodrigo Alves, 36 anos, casado com Cristiane Cezimbra Alves, que está grávida de 7 meses, pai da Maria Alice (4 anos), conta como foi do inferno ao paraíso por causa das drogas. Morador do Residencial Nova Estância, no Bairro União, em Gravataí, na adolescência, para se entrosar com "a turma", aderiu ao hábito de fumar. Por curiosidade, incentivado pelas más companhias experimentou a maconha. Dali para a cocaína foi num piscar de olhos. Aos 17 anos, chegou ao fundo do poço, com o crack. Roubava da própria família para consumir drogas. Mesmo com todo o apoio, de amigos e familiares, não conseguia vencer o vício e foi parar nas ruas, mendigando uns trocados para comer, e principalmente alimentar o vício que já o consumia.

Quis o destino que há cinco anos, numa destas internações conhecesse Cristiane. Apaixonados venceram juntos as drogas por um tempo, até o nascimento da filha Maria Alice. Mas, numa recaída Marlon voltou às ruas e às drogas. "A Cristiane levava a minha filha pra me ver caído nas calçadas pra ver se eu reagia, mas a droga era mais forte que eu", conta Marlo. Há três anos, Cristiane conseguiu uma internação compulsória para Marlo, e mais uma vez ele voltou a uma clínica de recuperação.

O RECOMEÇO E A LUTA DIÁRIA

E foi nesta internação que ele tomou a melhor decisão da sua vida. "Eu decidi que queria parar de causar sofrimento para a minha família e pra mim mesmo", explica. Ficou sete meses internado e a três anos está longe das drogas. É uma luta diária de resistência. Para o pleno restabelecimento social, material e espiritual ainda frequenta grupos de apoio. "As datas comemorativas são as mais difíceis, porque a droga está em todo lugar à disposição, e a gente que já esteve dentro, conhece bem quem pode te levar a ela", comenta. Marlo conta que não deixou de participar das festinhas com a família e amigos, mas se comporta diferente, sempre focado em ficar longe de tudo que possa levá-lo de volta às drogas. Hoje tem bem claro o que quer do futuro: ficar longe das drogas e ser uma pessoa melhor a cada dia. Marlo e Cristiane têm uma lojinha virtual de venda de roupas, ele ainda trabalha em manutenção de piscinas, e ela trabalha num centro de reabilitação. Marlo também voltou ao convívio dos pais Pedro e Iraci e das irmãs Daiana e Janaía, que o acolheram com muito carinho. "Eu só parei quando eu quis parar. ninguém pode tomar esta decisão por você", finaliza Marlo, que se coloca á disposição para palestras e conversar com as pessoas atingidas pelas drogas.

Imagem: Marlo agora em paz ao lado da esposa e filha (foto arquivo pessoal)

Merece destaque outra atividade realizada por Marlo para ajudar dependentes ou familiares destes na tentativa de se livrar da dependência química. Através da M.A. Internações, Marlo realiza remoções de dependentes químicos nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com internações voluntárias e involuntárias masculinas e femininas. (nesses dois Estados, é prestado atendimento para 14 instituições de tratamento. O contato é através do fone/whatsApp (51) 99660-7127.

Página da M.A. Internações no Facebook: www.facebook.com/Mainternacoes/

Site da M. A. Internações: internacoes-ma.negocio.site/

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