Coluna: COISAS DO BARBOSA

Efeitos da pandemia
17 de Julho de 2020 às 08:29
Ninguém no mundo, nem em seu pior pesadelo, poderia imaginar que algo tão grave e perigoso como o novo coronavírus, pudesse se abater sobre a humanidade.
Ninguém no mundo, nem em seu pior pesadelo, poderia imaginar que algo tão grave e perigoso como o novo coronavírus, pudesse se abater sobre a humanidade.

Ninguém no mundo, nem em seu pior pesadelo, poderia imaginar que algo tão grave e perigoso como o novo coronavírus, pudesse se abater sobre a humanidade. Nações poderosas, ao redor de todo o mundo, curvaram-se a um vírus tão diminuto, mas, ao mesmo tempo, tão poderoso e letal. Em razão dessa crise mundial, algumas expressões de pouco uso foram sendo incorporadas ao nosso cotidiano, tais como ‘fique em casa’ e ‘use a máscara’, isso sem falar em pandemia, assintomático, achatamento da curva, isolamento vertical, isolamento horizontal, distanciamento social e até em quarentena que, de 40, já passou para mais de 100 dias.

Durante essa pandemia, vidas humanas foram ceifadas como gado no matadouro, empregos foram perdidos e alguns jamais serão recuperados,empresas grandes e pequenas faliram ou simplesmente fecharam suas portas. Estudantes perderam o ano letivo e talvez alguns não o recuperem nem nos próximos dois anos. Algumas pessoas, pelos mais variados motivos, até já se descapitalizaram e estão passando dificuldades financeiras. Outras, até mesmo por sua condição de miserabilidade, morreriam de fome, não fosse a solidariedade humana sempre presente nas horas de infortúnio. Mas ninguém está sofrendo tanto como quem perdeu familiares nessa tragédia. Quando essa pandemia passar (e há de passar), muitos ainda irão lembrar, com profunda tristeza e pesar, que não puderam velar ou se despedir adequadamente de seus entes queridos. Essas pessoas, certamente, guardarão em suas memórias essa marca indelével, mesmo com o passar dos anos.

Por Nolfeu Barbosa.

 

Uma breve apresentação do nosso mais novo colunista:

Nolfeu Barbosa, é casado, tem 71 anos e é Comissário de Polícia inativo e advogado. Morou em Santiago de 1992 até 1999, quando mudou-se para Montenegro.

Em sua coluna semanal, sempre às sextas-feiras, Nolfeu escreverá sobre quase tudo, incluindo humor, música, arte, etc...

 

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